Bem, de volta a Santos, a horas vazias na madrugada, o computador acessível, e o blog. Ora tenho uma boa conversa com uma, ora aperto o choro de outra, ora rio do olhar reprovador de outra outra. O povo não quer se mentalizar que eu vou mesmo, contra todas as adversidades, contra tudo o que defende o senso comum. Amo vocês, mas desculpa aí, me amo mais ainda. E vou. I’ll go. Je vais. Não sei em alemão mas sei o auf widersen que vou dizer posteriormente. “Ai tal, por uma questão de conformidade, não vou te ajudar de jeito nenhum.” Tá bom… Não tava ajudando mesmo, fazer o quê? Me viro, esqueci de nascer quadrada pra precisar de você pra tudo.

 Bem… Me preparo mentalmente para a grande viagem. Para a chegada. Para o choro (ai que choro bom!) e para as risadas. E depois, para a realidade: falar sério, arrumar emprego, trabalhar, aturar chefe chato, ganhar dinheiro, ver ele sumir no fim do mês, escolher o arroz e o feijão mais barato, nada de chocolates e bolachas (olha que saudável… salada deve ser baratiiiinha!). Ouço Chulla. Yoo Arrentela… Ca ta skeci di bo…

Epah chegou o sono… Choro dá nisso (quando não dá dor de cabeça, e essa, dispenso…). Vou dormir aqui pertinho do meu Rodrigo lindão, que vai pra escolinha amanhã…

Beijo pra quem quer… Quem não quer, olha FODA-SE!